segunda-feira, 28 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Prosa
Eu senti aquele dia
A quentura de um vulcao
Fiquei louco, apaixonado
E te dei meu coracao
Nunca fui tantos sentimentos
Nunca deixei voar o tempo
Nunca parei para contar os segundos
Nunca tirei os pés do chão
Mas quando te vi sorrindo
Vi o mundo se abrindo
Nem deu tempo de esconder o coração
Você me roubou de mim
E então se fez assim
Essa nossa canção
Uma lágrima caiu
Enxugou meu coracao
Viu as aguás que caiam pra molhar o meu refrão
Então vi num outro dia
O abandono de um sorriso
E se foi o meu amor
Vou pra quê ficar sorrindo?
A quentura de um vulcao
Fiquei louco, apaixonado
E te dei meu coracao
Nunca fui tantos sentimentos
Nunca deixei voar o tempo
Nunca parei para contar os segundos
Nunca tirei os pés do chão
Mas quando te vi sorrindo
Vi o mundo se abrindo
Nem deu tempo de esconder o coração
Você me roubou de mim
E então se fez assim
Essa nossa canção
Uma lágrima caiu
Enxugou meu coracao
Viu as aguás que caiam pra molhar o meu refrão
Então vi num outro dia
O abandono de um sorriso
E se foi o meu amor
Vou pra quê ficar sorrindo?
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Por inteiro
Como se não bastasse a dificuldade de sentir
Me vem a dificuldade na relação
Você encontra um coração interessante
Ele vem com bagagem, com passado, com dúvidas, receios
Peço paciência, e a tenho
Tenho que dar tempo ao tempo, e dou
Tem que ter compreensão, compreendo
Cansei
Não quero a metade de nada
Não quero meias verdades
Não quero meias metades
Não quero meia paixão
Não quero seguir metade do caminho
Digo não a ilusão
Sou inteira, completa com partes minhas
Tenho sal e açucar
Sou feliz sozinha
Meu coração tem o amor próprio
E eu quero esse amor que vem de fora
Se parte a maça, não coma metade
Leva tudo, ou vá embora
Me vem a dificuldade na relação
Você encontra um coração interessante
Ele vem com bagagem, com passado, com dúvidas, receios
Peço paciência, e a tenho
Tenho que dar tempo ao tempo, e dou
Tem que ter compreensão, compreendo
Cansei
Não quero a metade de nada
Não quero meias verdades
Não quero meias metades
Não quero meia paixão
Não quero seguir metade do caminho
Digo não a ilusão
Sou inteira, completa com partes minhas
Tenho sal e açucar
Sou feliz sozinha
Meu coração tem o amor próprio
E eu quero esse amor que vem de fora
Se parte a maça, não coma metade
Leva tudo, ou vá embora
domingo, 18 de setembro de 2011
Foi
Eu pediria pra você ficar
Mas antes que eu dissesse você sumiu no nevoeiro
Como nuvem que dissipa no vento
Fiquei como passageiro sem carona
Ao relento
Só esqueceu de te esquecer meus pensamentos
A qualquer sinal de amor eu fujo
Como diabo foge da cruz
Como alma negra foge da luz
Como viajante foge de um porto seguro
Como apego foge do orgulho
Não entendi qual foi sua desilusão
Não entendi porque vagou meu coração
Eu te queria ao lado meu
Acho que tinha paixão
Por mais que mostrasse aos poucos
Por um minuto ou mais um pouco
Era teu meu coração
Me entrego devagar
Porque ainda não sei amar sem ficar louco
Chorei sua partida
Por não me dar despedida
Nem a chance de dizer adeus
Por sumir sem dar motivos
Sem olhar nos olhos meus
Espero que não me ame
Não te quero um castigo
Quem sai calado corre o risco de sofrer
Perigo
Se foi sem destino aparente
Não me deixa contente saber
Quem sai sem destino leva na bagagem a própria sombra
Senti mais luz e gostei do prazer
Mas antes que eu dissesse você sumiu no nevoeiro
Como nuvem que dissipa no vento
Fiquei como passageiro sem carona
Ao relento
Só esqueceu de te esquecer meus pensamentos
A qualquer sinal de amor eu fujo
Como diabo foge da cruz
Como alma negra foge da luz
Como viajante foge de um porto seguro
Como apego foge do orgulho
Não entendi qual foi sua desilusão
Não entendi porque vagou meu coração
Eu te queria ao lado meu
Acho que tinha paixão
Por mais que mostrasse aos poucos
Por um minuto ou mais um pouco
Era teu meu coração
Me entrego devagar
Porque ainda não sei amar sem ficar louco
Chorei sua partida
Por não me dar despedida
Nem a chance de dizer adeus
Por sumir sem dar motivos
Sem olhar nos olhos meus
Espero que não me ame
Não te quero um castigo
Quem sai calado corre o risco de sofrer
Perigo
Se foi sem destino aparente
Não me deixa contente saber
Quem sai sem destino leva na bagagem a própria sombra
Senti mais luz e gostei do prazer
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Evolução
Quando conseguimos nos despir da vaidade, deixando pra trás o "apego a imagem física", coisas superficiais, nos concentrarmos na saúde do espírito e na nossa missão nessa vida...
Passamos a ter uma vida mais simples e feliz.
A partir daí o mundo pode nos encher de rótulos, e gritar mil coisas a nosso respeito, que nada vai mudar.
Porque quando nos conhecemos a fundo, deixamos de ser e passamos a existir!
Passamos a ter uma vida mais simples e feliz.
A partir daí o mundo pode nos encher de rótulos, e gritar mil coisas a nosso respeito, que nada vai mudar.
Porque quando nos conhecemos a fundo, deixamos de ser e passamos a existir!
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Ela é feliz...
...e ama as coisas mais simples
E acredita que tudo pode dar certo
E pensa positivo pra atrair boas energias
Conversa e ouve com paciência até as histórias mais banais
Acredita em contos de fadas
Tem uma visão doce
E mesmo depois de dar tropeções acredita que o próximo tombo vai doer menos e menos...
Então se arrisca, arrisca e arrisca de novo.
Sem medo aparente
Sempre contente...
E acredita que tudo pode dar certo
E pensa positivo pra atrair boas energias
Conversa e ouve com paciência até as histórias mais banais
Acredita em contos de fadas
Tem uma visão doce
E mesmo depois de dar tropeções acredita que o próximo tombo vai doer menos e menos...
Então se arrisca, arrisca e arrisca de novo.
Sem medo aparente
Sempre contente...
segunda-feira, 23 de maio de 2011
As traduções ficam cada vez mais transparentes.
Mas faltam palavras pra sentimentos indecífraveis.
Me falta ar pra dizer o que sinto.
Me falta coragem pra fazer o que quero.
Me sobra vontade de fazer o que não posso.
Quero parte do mundo que ainda não me pertence.
E ainda sim não quero tirar um pedaço de ninguém.
Só quero ser inteira, completa com partes minhas.
Não posso evitar o desejo, mas posso apagar o fogo.
Posso fingir que não existe pro mundo lá fora.
Por que tudo jorra pra dentro.
Um mito, amor.
Uma falha na verdade.
Verdade não falha, não finge.
Interpreta-se como quer.
Inventa-se o que quiser.
Faz o que controla, e nem sempre controla o que faz.
Solta e corre, voraz vontade um dia escorre.
E mancha, escracha e tudo está aí.
Confuso, contraditório, relapso.
Música, abraços, flash´s, vontade e tá lá... A cena!
Encena que não foi verdade.
Ato de vaidade, medo, falta de coragem. Covardia!
Covarde falta de sentir.
Boicota o sentimento, deixa passar o tempo.
Deixa levar com o vento.
Se joga, se atola na própria vontade que fica na mente.
Lembranças...
São poucas e tantas, vagas, fortes, vezes chulas, se anula!
Pensamentos se vão, fatos não.
Arriscar, persistir...
Vagar nos próprios sentimentos
Mata aos poucos, é lento.
Lenta volta do que não foi feito.
Pensar, vezes é fazer.
Agir, é sim querer.
Nem sempre o que foi visto e sim o que foi vivido.
Sem julgar, sem falar, sem você.
Só sentir... Sentir e querer.
Mas faltam palavras pra sentimentos indecífraveis.
Me falta ar pra dizer o que sinto.
Me falta coragem pra fazer o que quero.
Me sobra vontade de fazer o que não posso.
Quero parte do mundo que ainda não me pertence.
E ainda sim não quero tirar um pedaço de ninguém.
Só quero ser inteira, completa com partes minhas.
Não posso evitar o desejo, mas posso apagar o fogo.
Posso fingir que não existe pro mundo lá fora.
Por que tudo jorra pra dentro.
Um mito, amor.
Uma falha na verdade.
Verdade não falha, não finge.
Interpreta-se como quer.
Inventa-se o que quiser.
Faz o que controla, e nem sempre controla o que faz.
Solta e corre, voraz vontade um dia escorre.
E mancha, escracha e tudo está aí.
Confuso, contraditório, relapso.
Música, abraços, flash´s, vontade e tá lá... A cena!
Encena que não foi verdade.
Ato de vaidade, medo, falta de coragem. Covardia!
Covarde falta de sentir.
Boicota o sentimento, deixa passar o tempo.
Deixa levar com o vento.
Se joga, se atola na própria vontade que fica na mente.
Lembranças...
São poucas e tantas, vagas, fortes, vezes chulas, se anula!
Pensamentos se vão, fatos não.
Arriscar, persistir...
Vagar nos próprios sentimentos
Mata aos poucos, é lento.
Lenta volta do que não foi feito.
Pensar, vezes é fazer.
Agir, é sim querer.
Nem sempre o que foi visto e sim o que foi vivido.
Sem julgar, sem falar, sem você.
Só sentir... Sentir e querer.
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